Liderança
A liderança e o papel de líder tomam, nos dias que correm, uma posição de extrema importância, não só na vida em sociedade como também no seio de uma organização ou mesmo na vida pessoal de cada um. Por liderança, entende-se a capacidade de motivar, influenciar e orientar alguém perante algo e fazer esse mesmo alguém acreditar em si ou no líder que admira. É uma competência que pode ser adquirida mas é sobretudo inata, uma vez que uns têm mais predisposição para a liderança do que outros e isto está bem patente, por exemplo, em alturas em que são necessárias respostas imediatas ou uma reacção eficaz; é aqui, no momento de ter frieza e pensar mais à frente e mais rápido que todos os outros, que emergem líderes, à hora certa, no sítio certo. Nem todo o ser humano reage da mesma forma à adversidade ou ao obstáculo e o melhor líder é aquele que consegue encontrar a resposta mais adequada para o mesmo ou até que consegue transformar esse problema em mera formalidade facilmente ultrapassável.
Todos os seres humanos são um pouco líderes mas é importante reconhecer-se a liderança a alguém quando essa pessoa se demonstra mais capacitada numa determinada área ou campo; aqui, o saber deixar-se liderar, é uma atitude sábia e uma postura correcta perante alguém que, de forma indubitável, sabe e conhece o melhor caminho a seguir, quando nos deparamos com uma situação mais sensível e a qual não somos capazes de solucionar. Também não é menos verdade que liderança significa poder e a mente humana é um campo incrivelmente vasto que não pára de nos surpreender, todos os dias, nas mais variadíssimas situações. Com efeito, a obsessão por poder, pela liderança, pode levar o Homem tão cegamente até ela que nem repara no caminho que optou por seguir nem os efeitos que as suas acções provocaram em terceiros. A experiência da prisão de Stanford é um exemplo fantástico e real disso mesmo.
Para um líder ser líder não tem que ter, obrigatoriamente, um grau académico, trabalhos publicados ou provas científicas realizadas... tem sim que ser alguém convicto dos seus ideais, que assuma mas também distribua responsabilidades, que confie no seu staff, que passe a sua mensagem de forma clara, que crie coesão e una as pessoas em prol de algo, que faça acreditar a sua equipa que a superação é passível de ser atingida e, sobretudo, ser um visionário. Na história da Humanidade, têm surgido vários líderes fantásticos que se assumiram como figuras de proa em determinados ideais, quer fossem eles visto como benfeitores por uns e como malfeitores por outros, como por exemplo Adolf Hitler, Papa João Paulo II, Dalai Lama Tenzin Gyatso e Mahatma Gandhi.
Sugestão cinematográfica do autor
Space Jam (1996) - "his Airness" Michael "Air" Jordan aceita ajudar os Looney Toons numa partida de basquetebol contra uma equipa de escravos alienígenas que se haviam apoderado das qualidades técnicas e tácticas de antigos craques do basquetebol americano.